Meu novo Instagram

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Caderno de rabiscos

Quando eu não estou fazendo algum trabalho de ilustração gosto de sentar no sofá na frente da televisão e ficar rabiscando no meu caderno de rabiscos. São ilustrações sem compromisso feitas direto com canetas Pitt apenas para relaxar mesmo.

Os desenhos que faço nesse caderno costumo postar no meu Instagram. Então fiz uma compilação de alguns deles para mostrar aqui no blog.

Ilustrações para casamento – A aventura da Sílvia e do Gonçalo

Mais um trabalho profissional que adiciono aqui no blog. Foram trinta ilustrações feitas para decorar o casamento da Sílvia e do Gonçalo. O casal é de Portugal e fui agenciado pela Who. O casamento aconteceu neste sábado (7).

Adicionei ao meu portfólio apenas algumas das trinta ilustrações que foram criadas para o casamento. Todas baseadas na história do casal, por isso o nome A Aventura da Sílvia e do Gonçalo.

Seguem abaixo algumas das ilustrações. Para ver mais acesse meu portfólio.

Mergulhando nos diferentes estilos de HQs

De uns tempos pra cá, quem acompanha meu blog, está notando que venho estudando cada vez mais a arte dos quadrinhos. Quero encontrar meu jeito de fazer essa arte, algo nada fácil de achar.

Uma coisa é certa, é preciso abrir a cabeça para todos os tipos de quadrinhos existentes. Fechar-se em um único estilo é péssimo. Você fica preso aquilo e, acredito eu, até seu roteiro acaba caindo dentro da mesmisse dos seus autores favoritos.

Sempre utilizei o estilo mangá para desenhar todas as minhas webcomics, incluindo meu atual projeto Tailer, porém antes disso eu passei por outros estilos, mesmo ainda sendo muito imaturo pra entender que “copiar” um estilo não é necessariamente “criar”.

Tailer vai continuar em estilo mangá, não se assuste, mas com o tempo as pessoas vão começar a notar que existe mais do que apenas mangá dentro desta história. E é pra isso mesmo que serve esta hq, falando nisso, um grande laboratório para meus testes e estudos.

Até pouco tempo atrás era apenas um “mangá online” que eu gostava de fazer, mas com a minha abertura aos estudos das histórias em quadrinhos, eu resolvi dar esse sentido para minha série.

Brasileiros como Fabio Moon e Gabriel Bá, Rafael Albuquerque, Roger Cruz, Danilo Beyruth (ainda preciso comprar Bando de Dois, mas já li algo de Necronauta) e estrangeiros como Sean Murphy (Hellblazer), Adam Hughes, Hergé (Tintim), Dave Gibbons (Watchmen), entre outros tem sido novas influências na minha arte. Através deles eu abro meus sentidos para entender diferentes formas do que nos últimos anos eu apenas via em japoneses como Yoshihiro Togashi, Yoshiyuki Sadamoto, Tite Kubo (Bleach), Hiromu Arakawa (Full Metal Alchemist), Akira Toriyama, Clamp e também em brasileiras como Simone Beatriz do Studio Seasons e Érica Awano em Holy Avenger.

Outra grande nova influência para o meu jeito de fazer quadrinhos veio dos livros Desvendando Os Quadrinhos de Scott McLoud e Arte Sequencial de Will Eisner. Este último me provou que eu era um analfabeto quando se tratava do mestre dos quadrinhos ocidentais.

O que quero dizer com esse texto (que acabou ficando enorme) é que se você busca ser um quadrinista melhor deve mergulhar sem preconceito em todas as formas que essa incrível arte possui de se expressar. Pense nisso.

Dicas do dia:

  1. Leia o post Um retumbante tapa na cara do quadrinho nacional no blog Nanquim na Unha do Caracciolo. É um ótimo texto sobre a pobreza do mercado nacional de quadrinhos.
  2. Veja a Biblioteca de Quadrinhos de Sidney Gusman, o editor do Universo HQ. Aqui você pode encontrar um monte de ótimas hqs pra começar a velejar em todos os estilos possíveis da arte sequencial!
  3. Bem… esse final de semana tem página nova de Tailer, oka? #merchan

 

Rabiscando

Peguei um momento da manhã de hoje para sentar ao sol e rabsicar algumas coisas…

Tenho me estressado com a falta de dinâmica da minha arte nas páginas de quadrinhos. Expressões e posições diferenciadas dos personagens ajudam a melhorar esse problema, então resolvi dar uma treinada em diferentes posições.

Sempre fui direto nos desenhos, nunca tive aulas e por isso não costumava fazer aquele “esqueleto” de modelo antes de desenhar o personagem. Porém percebi que isso facilita demais (dãã… demorou, né ow) na composição de diferentes posições… aí brinquei um pouco com isso.

Fui adicionado no Tupixel!

Depois de descobrir o Tupixel através de um tweet hoje a tarde, me indiquei para a lista de ilustradores tupiniquins.

Com extrema velocidade, o Faoza respondeu meu email comunicando minha inserção na lista. E com a confirmação veio um release do site, que reproduzo abaixo.

Vale a pena conferir e divulgar este trabalho muito importante para todos nós.

Tupixel é uma ferramenta de auxílio para quem busca por desenhos feitos em terras tupiniquins.

Em seu banco de dados, o maior do gênero no Brasil, já se encontram mais de 1750 desenhistas, entre eles, grandes mestres do passado, profissionais dos mais diferentes estilos e iniciantes desta arte tão presente em nosso dia-a-dia através de jornais, revistas, livros, internet, embalagens, moda, peças publicitárias, histórias em quadrinhos, tv, cinema e demais mídias impressas e digitais.
Além da diversidade, o site Tupixel contempla um largo período: de Angelo Agostini, que residiu em São Paulo a partir de 1860 (reconhecido por pesquisadores como um dos pioneiros em âmbito mundial), até desenhistas “100% digitais” da atual geração.

Resultado de 12 anos de pesquisa do artista gráfico e ilustrador Faoza, o site não é uma lista fechada, Tupixel está aberto a receber colaborações, logo você pode indicar novos nomes e links pelo e-mail: tupixel@faoza.com
Caso você seja desenhista (profissional ou iniciante) e ainda não estiver listado no site, envie um e-mail com nome, endereço do seu portfólio on-line e um desenho no formato JPG.
Agora deixemos as palavras de lado e vamos aos desenhos: Escolha uma letra no menu, clique na imagem do preview para ver a imagem completa e acesse o link para ver e saber mais do desenhista pesquisado.

Espero que a sua pesquisa seja tão prazerosa quanto foi, e ainda está sendo, a minha.
Faoza