Tyrion Lannister de Game Of Thrones

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Este é o Lannister preferido de todos e o último que vou desenhar. Tyrion Lannister, personagem da série Game Of Thrones. Feito com nanquim, bico de pena e pincel. Tons de cinza adicionados com Photoshop posteriormente.

Dia das Mães!

Dia das Mães!

Presente para minha mãe neste último dia das mães. Feito com pincel, nanquim e copics (kits Warm Gray e Cool Gray).

Gangnam Style e os 500 likes no Facebook

Dia 10 de setembro eu atingi os 100 likes na minha página do Facebook e para comemorar isso eu fiz uma ilustração da série Doctor Who.

Para minha surpresa, menos de duas semanas e meia depois, eu atingi os 500 likes na página. Desta vez a surpresa foi tão grande que não tive outra ideia para a ilustração comemorativa a não ser… Gangnam style!

Agradecimentos especiais para a ajuda da Ana de Cesaro na edição da ilustra. Obrigado!

Making Of

Segue uma montagem com alguns dos passos da ilustração. Os materiais utilizados foram nanquim, pincel e marcadores Copic (kit Warm Gray).

Faça como o PSY e curta minha fanpage no facebook! (Não… ele não curtiu de verdade, ok?)

Arte-finalizando um desenho com pincel e nanquim

Aqui está mais um vídeo meu mostrando o processo de arte-final com pincel e nanquim. A música no clipe é Trippin’ On a Hole In a Paper Heart do Stone Temple Pilots.

A ilustração teve como base uma foto e fiz para praticar, pois fazia algum tempo que eu não arte-finalizava utilizando estes materiais. Segue o resultado final deste trabalho.

Materiais de desenho, arte-final e pintura

Tenho notado que muita gente chega até o blog através de um velho post que fiz sobre os materiais para arte-final que experimentei durante os anos de tentativas e erros no meu pequeno mundinho de quadrinhos e ilustrações.

Como o ano passado foi um ano de extrema mudança na minha arte, resolvi atualizar um pouco este assunto aqui no blog. Vou escrever sobre os materiais de desenho, arte-final e pintura que utilizo atualmente para produzir minhas ilustrações.

Materiais para desenho base (sketch)

Sempre começo a ilustração com uma ideia rabiscada em um bloco de rascunhos ou uma folha A4 em uma prancheta de mão. Na maioria das vezes na frente da televisão assistindo à alguma série ou filme.

Nesta fase eu costumo usar minha idosa lapiseira pentel 0.9, um clássico que me acompanha a muitos anos. Ela tem um traçado ótimo e é macia o suficiente para deixar fluir as ideias psicodélicas do momento.

Papel

Quando a ideia do rascunho me agrada é momento de passar para o papel onde ela será consolidada. Eu costumo utilizar os tamanhos A4 e A5 para isso por dois motivos: o primeiro é porque são os dois que costumo ter por aqui, principalmente o A4. Este utilizei desde pequeno para desenhar e acostumei com o tamanho. O A5 eu adquiri a pouco tempo por ser o único com gramatura maior (180g/m2) que encontrei na época em que comecei a brincar com a técnica da aguada.

O legal é que já experimentei várias vezes o A3 (180g/m2) e sempre me sentia meio perdido em tanto espaço, até a última ilustração que fiz. Foi onde me senti mais a vontade com este formato.

Agora no início do ano eu adquiri muitos materiais novos, que incluem dois blocos de papel A4 para aquarela (300g/m2). Mas devido a algumas mudanças que terei que fazer, ainda nem tirei os novos materiais do pacote.

Lápis

Ultimamente comecei a utilizar lápis ao fazer o desenho no papel final. O motivo foi utilizar um grafite mais duro, que riscasse mais “leve” e deixasse menos marca após a arte-final com nanquim. Estou utilizando um 2H da Cretacolor.

O grafite mais macio é ótimo para sombreamentos, estudos e rascunhos, mas como eu tenho mania de riscar muito forte no papel, ele sempre deixava uma quantidade de marcas que não me agradava. Então eu acabava tendo que usar muita força na hora de apagar o lápis por baixo do nanquim com a borracha, por isso a mudança para o 2H.

Materiais para a arte-final

Já comentei diversas vezes que a parte que mais gosto no desenho é arte-finalizar com nanquim. Para mim é uma terapia.

No post sobre materiais de arte-final que fiz em 2009 eu conto um pouco sobre minha “história” com diversos tipos de canetas e outros materiais que experimentei. No final do post eu concluí que a caneta Stabilo Point Fine 0.4 foi a melhor, mais barata e simples opção.

Durante muitos anos ela supriu todas as minhas necessidades, principalmente na hora de desenhar quadrinhos. O fato de eu não ter dinheiro para outras opções também manteve ela como minha companheira por todo este tempo.

Em 2010 eu experimentei as canetas Pitt Artist Pen da Faber Castell e adorei. A ponta pincel (Brush ou “B”) traz uma experiência muito boa para o traço. Ela ajuda o artista a mudar facilmente a espessura das linhas, facilitando a representação de volume.

Mas agora tudo mudou, encontrei minha paixão para arte-final na influência de um dos meus ídolos dos quadrinhos, Fábio Moon. Graças à acompanhar o trabalho dele e de seu irmão Gabriel Bá resolvi experimentar o pincel e o nanquim.
Agora falando do material em si, eu utilizo um pince filete pelo de marta n°0 para quase tudo que se refere a linhas e traços no desenho, nos grandes preenchimentos uso pincéis um pouco mais vagabundos (a falta de dinheiro ainda não permite tanta variedade de pincel bom).Em 2011, o ano dos experimentos, eu comecei a utilizar bico-de-pena com nanquim, mas quando utilizei um pincel filete não consegui mais querer outra coisa. Até o bico-de-pena ficou mais de lado…

O nanquim que tenho usado é o Winsor & Newton preto. Tenho tido bons resultados com ele e é a melhor opção que encontro atualmente aqui na minha cidade.

Materiais para colorir

Quem acompanha meu blog sabe que sempre tive problemas para colorir. Nunca gostei de me envolver com cores e até preferia que outras pessoas colorissem as capas da minha já abandonada webcomic. Raramente eu tinha lápsos de vontade e utilizava o Photoshop para colorir.

Aguada de nanquim

Novamente com a influência de alguns artistas que conheci mais nos últimos dois anos fiquei com muita vontade de aprender a utilizar a aquarela para colorir. Mas é claro que não tinha como simplesmente gastar uma fortuna em material e me jogar de cara na tentativa e erro (de novo).

Foi então que acompanhando as tiras Quase Nada dos irmãos Bá & Moon eu conheci a técnica de aguada de nanquim. Era o mais próximo que eu chegaria de aquarela no momento. Comprei um godê e sai misturando meu nanquim preto em água para ver no que dava.

A experiência foi ótima, mas aprender sozinho sempre é mais difícil. Fiquei cheio de desenhos enrugados por falta de um papel decente e conhecimento da técnica correta.

Copic Markers

Adorei utilizar a aguada, mas ainda não eram cores, apenas tons de cinza. Eu queria algo mais… mas a aquarela ainda não estava ao meu alcance.

Foi então que no meu aniversário eu pedi para minha esposa (e acabei ganhando) um kit de marcadores originais da Copic. O kit era o Warm Gray com doze Copic Markers.

Dessa vez a influência veio do artista de comics Adam Hughes e um vídeo onde ele mostra como usa os marcadores para fazer seus sketches nas convenções de quadrinhos. Nele Hughes dizia que utilizava o tons Warm Gray e Cool Gray, mas é claro que eu não tinha como ganhar (e nem comprar) os dois, então escolhi o mais “colorido” dos dois. É mais um material que ainda estou na fase experimental, mas que já posso dizer que adorei.

No final das contas descobri que colorir digitalmente era o que não me empolgava de verdade. Pintar um desenho à mão e vê-lo pronto ali, artesanalmente, é uma sensação indescritível para mim.

Aquarela

Agora seria o momento onde eu falaria sobre aquarela. Finalmente CORES de verdade nas minhas ilustrações e não apenas variações dos tons de cinza… Pois é, mas como comentei antes, comprei tudo que precisava para começar a me aventurar com este novo material, mas as mudanças da vida ainda não me deixaram começar esta nova experiência.

Quem acompanha o blog verá como vou me sair nessa primeira experiência em breve.

Comentários, dúvidas ou sugestões?

Por ora é isso, use os comentários abaixo para deixar sua opinião sobre os materiais de desenho que costuma usar. Ou se tiver alguma dúvida ou sugestão eu adoraria “ouvir”.

Artefinalizando com nanquim e pincel

O ano que está finalizando hoje foi cheio de mudanças, principalmente na parte artística onde meu foco mudou muito. Abandonei o meu “mangá” Tailer e me voltei para encontrar um estilo e uma forma de desenhar que realmente tivesse a minha personalidade.

Nesta jornada, que apenas começou em 2011, eu aprendi muito mais sobre quadrinhos e desenho do que nunca e tive a chance de descobrir minhas ferramentas preferidas para o desenho.

Este vídeo me mostra em um dos momentos que mais gosto da criação de uma ilustração, a arte final com nanquim e pincel. O desenho em que estou trabalhando neste vídeo ainda não ficou pronto, ficará apenas ano que vem. 😛

Desejo a todos um feliz ano novo, lembrando que ele não se fará feliz sozinho, somos nós quem devemos nos esforçar para que a felicidade venha!

Fanart: Gambit & Rogue

Gambit e Vampira

Fanart dos meus personagens preferidos dos X-Men dos anos 90. Tanto na versão animada clássica como nos quadrinhos nas revistas Fabulosos X-Men e X-Men da segunda metade da década de 90.

Essa arte foi feita sem referências dos personagens e suas roupas, foi tudinho de cabeça. Achei mais interessante pois não me prendi a nenhum estilo específico e pude dar minha própria visão da aparência dos dois.

Versão maior no meu DeviantArt

Materiais

– Folha A4 90g/m2
– Pincel Condor 408 n0
– Nanquim W&N Preto
– Lapiseira Pentel 0.9

Making Of

Gambit and Rogue - Arte Final

Gambit and Rogue - Sketch

Copics e Nanquim

Primeira tentativa de trabalhar com arte-final à pincel e nanquim e cores com marcadores Copic. No final eu até gostei do resultado (apesar de brigar com o scanner de novo). Mas ainda preciso de MUITO treino pra melhorar a técnica de marcadores…

Versão maior na minha galeria do DeviantArt.

Materiais

– Lapiseira Pentel 0.9
– Pincel Condor 408 n0
– Nanquim Winsor & Newton preto
– Copic Original (Kit Warm Gray)
– Papel A4 90g/m2

Making Of

Esta ilustração surgiu do nada, sem referências e sem ideias diferentes. Apenas um rabisco em uma folha A4 porque o bloco de rascunhos tinha terminado e não tive tempo de comprar. No final acabei gostando e aproveitando o rascunho para praticar a arte-final com pincel e a técnica dos marcadores.


Garota do coque

Ilustração feita ontem do final da tarde até a noite. Utilizei uma foto como referência para o traço a lápis no bloquinho de rascunhos e a partir dela fiz o resto numa folha A4.

Estava indo bem até começar a inventar hachuras com o bico-de-pena… aí achei que tinha estragado tudo. Foi então que resolvi usar a técnica de aguada para por tons de cinza no desenho, para ver se ficava melhor. O problema é que o papel era de 90 g/m² e então a coisa fica mais complicada.

No final resolvi experimentar um brush de Photoshop novo (que eu já havia tentado em outra ilustração que nem cheguei a postar aqui no blog) apenas para dar cores à coisa toda. E esse Frankenstein surgiu pouco depois da meia-noite de ontem pra hoje.

O importante é que me diverti e pratiquei mais com meus materiais preferidos.

Versão maior no meu DeviantArt.

Materiais

– Pincel Condor 408 nº 0
– Pincel vagabundo nº 2 e nº 8
– Nanquim Winsor & Newton preto
– Lápis Austria 160 Cretacolor 2H
– Folha A4 90g/m2
– Água
– Photoshop CS5

Making of

Sketch no bloquinho de rascunhos.

Love hug

Depois de um tempinho sem mandar nada pra cá, segue mais uma ilustra! Mais uma vez ela foi indo de pouquinho em pouquinho até que finalmente ficasse pronta.

Gostei muito de fazer o cabelo da menina e a barba do rapaz com o pincel, foi muito divertido. Acredito que melhorei um pouco o meu domínio do pincel agora.

Nessa desenho eu não usei bico de pena.

Versão maior no meu DeviantArt.

Materiais

– Pincel Condor 408 n0
– Pincel vagabundo n2
– Nanquim Winsor & Newton preto
– Lápis Austria 160 Cretacolor 2H
– Folha A4 90g/m2

EDIT: Making Of